A síndrome de Esaú

“E ninguém seja devasso, ou profano, como Esaú, que por uma refeição vendeu o seu direito de primogenitura” – Hebreus 12:16.

Enquanto Jacó abriu mão de algo pequeno e momentâneo para conseguir o que é grande e eterno; seu irmão Esaú, ao trocar seus direitos de filho mais velho pelo prato de lentilhas, fez exatamente o contrário.

Ao fazer isso Esaú:

  1. Preocupou-se apenas com seu estômago e não com sua história;

  2. Pensou apenas no momento imediato e desprezou o futuro;

  3. Mostrou desapego com as bênçãos que havia herdado de seus pais;

  4. Pensou somente no que ele era e não no que viria a ser;

  5. Olhou apenas o que era visível e estava dele, ignorando o que era distante e invisível.

  6. Ficou fascinado com o aspecto da comida; sua visão, olfato e paladar desejaram a comida e suas crenças e propósitos não foram fortes o bastante para impedir.

Jacó trocou aquilo que não era nada para ganhar tudo; seu irmão, no entanto, perdeu tudo para ganhar aquilo que não era nada.

Devemos considerar nossas escolhas diárias à luz da trágica história de Esaú. Pode acontecer também que nós, para satisfazermos nossos prazeres e necessidades passageiras, abramos mãos das bênçãos e dos privilégios dados por Deus.

É trágico mas não é raro, tão comum como uma das muitas síndromes que nos acometem: o tempo todo há pessoas só pensando no que é imediato, só vendo o que está diante dos olhos; e assim, desprezam grandes riquezas futuras em trocas de migalhas cotidianas (e muitas vezes nem se dão conta).

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